Motores vão roncar alto em Curitiba




O maior Festival de Arrancada da América latina está de volta




Os motores vão roncar alto no autódromo Internacional de Curitiba no Festival Força Livre de Arrancada, o maior e mais tradicional da América Latina.
A expectativa é que mais de 40 mil pessoas acompanhem de perto a 24ª edição do evento que será realizada entre os dias 7  a 10 de dezembro.

A competição terá a presença de mais de 200 pilotos do Brasil e de outros países. Os participantes serão divididos em 21 categorias, de acordo com o tipo de preparação de cada carro.
“Em uma prova de Arrancada, ganha quem percorrer as distâncias de 201 ou 402 metros no menor tempo possível partindo da imobilidade. Para isso, os carros passam por preparação extrema”, explica Eduardo Pereira, diretor da Força Livre.

As categorias que mais empolgam o público é a Dragster Top Alcohol e Dragster Light que reúne carros capazes de ultrapassar a velocidade de 300km/h em pouco mais de 5 segundos.

Com dez campeonatos conquistados na Dragster Top e atualmente correndo na Light, Mauricio de Barba fala da expectativa de correr em Curitiba.

“Uma competição tradicional que mexe muito com o público e com os pilotos. A novidade esse ano é que vou andar pela primeira vez em Curitiba nos 201 metros, medida que meu carro é recordista no velopark”, disse o dono do carro numero 12.

Outras categorias que chamam a atenção do público são aquelas que contam com carros parecidos com carros de rua, porém preparados para a arrancada, como a Pro Mod e a Turbo Traseira que tem carros clássicos nacionais com tração traseira, como o Chevrolet Opala e também o Chevette que recebem preparações pesadas para alcançar os 1500 cavalos de potência.

 “Um diferencial do Festival é que permite a interação de público e pilotos durante todo o evento. Um verdadeiro show e muito tradicional”, conta Pereira. 

 O Festival Força Livre tem patrocínio das empresas Master Power Turbos, Militec e Injepro


Serviço 
7  a 10 de dezembro.
Tabela de ingressos:
           R$ 10,00 - sexta
R$ 20,00 – Sábado
R$ 30,00 – Domingo
R$ 70,00 – Credenciamento com aceso aos boxes (domingo)
R$ 100,00 – Credenciamento com acesso aos boxes (válido para sex, sab. e dom.)
   
Fonte:  Bello Comunicação

Oportunidades desiguais para mulheres no mundo dos negócios são tema de autobiografia de empreendedora social

Rafaela Kaesemodel relata com delicadeza e coragem a dificuldade de ascensão profissional na empresa da familia





A cada dia, novas pesquisas mostram que as oportunidades de ascensão profissional para homens e mulheres nas empresas, apesar de já não serem como eram cinquenta anos atrás, ainda estão muito distantes de um ponto de equilíbrio. O contexto corporativo predominantemente masculino, que mantém a mulher com oportunidades de carreira muito inferiores às que são oferecidas aos homens, faz parte de uma cultura que não está apenas nas empresas, mas também nas famílias e na forma como educam suas crianças. A empreendedora social Rafaela Kaesemodel, de Curitiba, buscou em algumas dessas pesquisas globais desenvolvidas por instituições como Boston Consulting Group, McKinsey & Company e LeanIn.Org o espelho universal para seu caso particular. Esse aspecto, incorporado à uma narrativa leve e com muito sentimento, em um misto de memória afetiva e reflexão sobre a condição da mulher em uma sociedade ainda regida pelo poder masculino, deu a ênfase para a autobiografia VIDA Minha História. Um livro que traduz a essência da alma feminina em toda a sua delicadeza e coragem, dois sentimentos tão fortes e presentes na vida e na história de mulheres que não desistem de lutar por seus sonhos.

         Ao compartilhar com o leitor seu relato de vida, Rafaela Kaesemodel dá especial atençãà perspectiva da mulher no contexto das empresas familiares e a sua experiência em um mundo profissional profundamente marcado pelo protagonismo masculino. Escrito sob o ponto de vista de alguém que efetivamente viveu os efeitos de uma visão de gênero equivocada e fortemente arraigada na cultura do mundo do trabalho, o relato de Rafaela acessa memórias de sua infância e juventude e mostra como a base dessa visão tem raízes nas relações cotidianas das famílias, mesmo nas camadas mais privilegiadas da sociedade.
  
  

Cultura empresarial e ambição

             O livro cita um estudo recente feito com mais de 200 mil empregados de 189 países e publicado em abril de 2017 pelo bcg (Boston Consulting Group). “Isso me ajudou a enxergar que a cultura da companhia influencia a ambição dos empregados”, diz Rafaela. “Em lugares onde a participação feminina é tão valorizada quanto a masculina, homens e mulheres podem ter aspirações semelhantes. Em nossa empresa, não havia outras mulheres em cargos de direção. Quando surgiu uma oportunidade para que duas antigas e competentes funcionárias fossem promovidas e passassem a fazer parte da diretoria, meu irmão e meu pai preferiram contratar profissionais de fora; além disso, eram homens.”

         Relato que permite reconhecer a universalidade da condição humana na trajetória particular de cada indivíduo, o gênero autobiográfico, em especial, reforça a nobreza do livro como um meio insuperável de compartilhamento de experiências, na forma de um objeto com imenso valor humano. “De todos os instrumentos do homem, o mais maravilhoso, sem dúvida, é o livro”, disse o escritor Jorge Luis Borges, lembrando que os demais instrumentos são extensões de seu corpo, mas que o livro não; o livro é outra coisa: “O livro é uma extensão da memória e da imaginação”. Nos últimos anos, Rafaela colecionou uma série de interessantes insights, em sua maioria ditos por mulheres. São frases que a inspiram e ajudam a entender melhor certos momentos de vida. E que nesta edição ela compartilha com os leitores.
  
Microassédios

      A leitura do exercício de memória e narrativa apresentado em Vida: Minha História nos oferece uma vez mais a oportunidade de entender o mundo a partir da aldeia, de enxergar o universal a partir do particular.

         “No dia em que ela pediu que eu a treinasse, fiquei com receio”, relata o consultor de estratégia empresarial e coach Daniel Delgado-Saldívar, que assina o prefácio do livro. “Sei da força das mulheres e de sua jornada dupla e tripla; sei da persistência e da resistência que desenvolvem após anos tendo que aguentar microassédios e após décadas em que são preteridas, ignoradas e desvalorizadas. Mas com muita condescendência, isso sim.”

         Ao compartilhar suas memórias, a autora lança luz sobre uma verdade predominante num mundo corporativo que, em boa medida, ainda é uma terra de homens. Assim, sua obra é também uma contribuiçãà reflexão sobre o papel feminino (desejado, consentido ou conquistado) no mundo dos negócios e na sociedade brasileira nestas décadas iniciais do século XXI.
  
PERFIL DA AUTORA

 Rafaela Kaesemodel, autora de Vida: Minha Históriaé empreendedora social. Junto com sua irmã gêmea, Sabrina Muggiati, lidera o projeto Eu Digo X, que auxilia pessoas com Síndrome do X Frágil e seus familiares. Condição genética ainda pouco conhecida, essa doença afeta o desenvolvimento intelectual. Estabelecidas em Curitiba, as duas irmãs orientam famílias no reconhecimento e diagnóstico da Síndrome do X Frágil. Em seu primeiro livro, Rafaela relata como enfrentou os desafios no mundo masculino e familiar dos negócios e seu choque com uma poderosa cultura que impõe limites à ação da mulher no Brasil contemporâneo. Com coragem e gêneros idade, compartilha a visão que tem de si mesma e do mundo. Entre um pouco da trajetória épica de seus antepassados imigrantes e as muitas cenas de sua formação e experiências pessoais, ela compõe uma obra que ajuda a entender suas escolhas e os eventos e condições que a levaram a abraçar a causa do X Frágil como sua grande missão.

Serviço
LANÇAMENTO Livro - Vida: Minha História
22 de novembro de 2017, às 19h30
Livrarias Curitiba do ParkShopping Barigüi

Fonte:  ACE/Bello Comunicação

Paranaense é o primeiro campeão brasileiro de motocross do ano


O londrinense William Guimarães é o primeiro piloto de motocross campeão brasileiro da temporada 2017. Ele conquistou o título da categoria MX3 com a emocionante vitória na 5ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross que aconteceu no último fim de semana em Tupaciguara (MG).

“Foi uma prova muito difícil, devido às condições da pista que estava muito molhada. Eu precisava vencer para ser campeão antecipado. Larguei em segundo, depois caí para terceiro, me recuperei e assumi a liderança. Em seguida levei um tombo e fiquei a cinco segundos do líder. Mas consegui buscar a vitória nas ultimas três voltas”, conta William que ano passado tinha sido vice-campeão da categoria. “Esse ano me preparei mais na parte física e técnica com muito treinamento, além do apoio da minha namorada que é nutricionista”, completou.

Chuva a favor dos paranaenses

Outros três paranaenses também fizeram bonito na etapa mineira conquistando importantes vitórias. E a chuva foi apontada por todos como um fator positivo.

Na principal categoria, a MX1 a vitória foi de Jean Ramos. Ele comenta que mesmo com uma pista bem técnica e pesada e já acostumado a competir com chuva, conseguiu assumir a liderança na segunda volta e vencer a prova. 

“Foi um fim de semana bem diferente porque a chuva deixou a pista bem pesada. Para nós que estamos acostumados com a chuva em Curitiba, esse fator acabou ajudando. Conseguimos dar um bom destaque para o Paraná nessa etapa com muitos pilotos se destacando”.
Pepê Bueno venceu na MX2 e mostrou que está na briga pela disputa do título. Com a vitória o paranaense chegou a 177 pontos na terceira colocação. Gustavo Pessoa é o líder com 208 pontos seguido de Fabio Santos com 189.

"Eu sabia que eu ia andar bem. Eu treino bastante no barro, então sabia que não podia cometer nenhum erro. Essa prova me ajudou muito no Campeonato. Vencer me deu a confiança necessária para as próximas etapas", destacou o campeão da prova. Faltam três etapas.

Na MX2 Junior o curitibano Leonardo Nunes venceu a prova e chegou à 188 no campeonato atrás apenas de Tallyz Nathan, com 199.

"Graças a Deus deu tudo certo. Agora o Campeonato deu uma boa embolada, tem pouca diferença entre os primeiros pilotos. Ficou uma briga boa. E quando acordei hoje e escutei a chuva eu dei um sorriso. Em Curitiba (Paraná) sempre corro bem na lama, então essa chuva me favoreceu", destacou o campeão da prova da MX2 Junior, Léo Nunes.


10º Festival de Cinema da Lapa


Entre os dias 22 e 26 de novembro, acontece a 10ª edição do tradicional Festival de Cinema da Lapa, na histórica cidade da Lapa (PR), localizada na região metropolitana de Curitiba. Promovido pelo Instituto Histórico e de Cultura da Lapa, em parceria com o Instituto Borges da Silveira, o evento é considerado uma das principais celebrações do cinema nacional.

Durante a programação oficial, serão exibidos gratuitamente 34 filmes ao longo dos cinco dias de evento, além da realização de oficinas e bate-papos, em dois espaços selecionados especialmente para o festival: uma enorme tenda instalada na Alameda David Carneiro e o histórico Theatro São João. Um dos grandes destaques da programação ficará por conta da mostra competitiva, que contará com a exibição dos filmes “João O Maestro”, “A Menina Índigo”, Filme da Minha Vida” e “Bye Bye Jaqueline”. A primeira exibição da mostra competitiva será o filme “João O Maestro”, que será apresentado na quinta-feira (23), a partir das 20h. O filme é uma produção da LC Barreto e Filmes Equador, em parceria com a Globo Filmes. Protagonizado pelo ator paranaense Alexandre Nero, a obra conta a história de João Carlos Martins, um dos grandes nomes da música brasileira.

Na sexta-feira (24), também a partir das 20h, será exibido o filme “A Menina Índigo”, de Wagner Assis. A produção da Cinética Filmes e Produções conta a história de Sofia, uma criança especial que desenvolve o dom de curar enfermidades. Quando um jornalista sensacionalista descobre sobre a menina, obriga seus pais separados a se unirem para auxiliá-la. Já no sábado (25), a partir das 20h, é a vez do “Filme da Minha Vida”, uma produção Bananeira Filmes em parceria com a Globo Filmes, com direção e participação de Selton Mello. A obra conta a história do jovem Tony, que decide voltar a sua cidade natal e ao chegar descobre que Nicolas, seu pai, também está na cidade. O filme traz uma abordagem sobre conflitos e inexperiências juvenis.

Para completar, no domingo (26), a partir das 16h, será a vez do filme “Bye Bye Jaqueline”, de Anderson Simão. A obra conta a história de Jaqueline, uma jovem humilde de 16 anos, bolsista em um colégio particular, que passa seus dias dividida entre os estudos e os pensamentos em Fernando, o garoto mais bonito da escola e por quem ela está perdidamente apaixonada. O que ela não imagina é que sua melhor amiga, Amanda, já namorou o rapaz e que ele próprio tem um segredo capaz de impedir qualquer chance de namoro entre os dois.

Além da mostra competitiva, a programação oficial trará dezenas de exibições diárias, longas, curtas e médias metragens para todos os gostos e públicos. Entre eles estão uma série de filmes produzidos por jovens cineastas na cidade da Lapa: “Filme da Oficina Mariental”, projeto do Cinema na Lapa; “Lapeanas de Verdade”, de Bruno Oliveira Santos; “OverAlive - Lucid Reverie”, de Nyck Maftum; “A Casa Morta de Meus Avós”, de Leandro Cordeiro; e “Tropeirismo”, de Daiana Lopes. Para quem gosta de filmes infantis, um dos destaques será “A Banda dos Bichos Supermaluquinhos”, de Almir Correia.

Outros destaques do 10º Festival de Cinema da Lapa ficam por conta dos filmes “Entre Nós O Estranho”, “Teatro de Sombras”, “Quem tem medo do Popoyosky?”, “Contadores de Carros”, “Bola pra Frente” e “A Menina de Tranças”, dirigidos por Guto Pasko; e das obras “Nerds Inglórios” e “Amor é Uma Coisa Estranha”, da Turma Polvo, e “Virtualville”, da Turma dos Contrastes. Completam a programação “As Verdades de Ale em Nós”, de Juslaine Abreu Nogueira; “Órion” de Rodriane DL; “O Homem Sem Fim”, de Rodrigo Almeida Leite; “A Pesquisa”, de Oda Rodrigues e Manoelle Fuzaro; “Lulu A Louca”, de Estevan Silvera; “Depressão”, de Guilherme Souza; “Luto”, de Edu Camargo; “Quando Desaba”, de Tiago Campetti; e “Bye Bye Jaqueline”, de Anderson Simão.

Fonte: P+G Comunicação Integrada

JOTA QUEST VEM A CURITIBA COM NOVO TRABALHO


“Nesta sexta, dia 10 de novembro, os mineiros desembarcam na cidade com o novo show ´Jota Quest Acústico - Músicas Para Cantar Junto´, para uma apresentação inédita no palco do Guairão.  O espetáculo é baseado no recém-lançado DVD, primeiro em versão desplugada do grupo”.

Após passagem triunfante pelo grande palco do Rock in Rio 2017 e já com seu aguardado CD/DVD "Acústico Jota Quest" nas mãos, os mineiros retornam a Curitiba em novembro para a estreia na cidade do seu mais novo show "Músicas Para Cantar Junto", espetáculo que repassa a trajetória de 20 anos de sucesso do grupo apresentando, pela primeira vez na carreira, versões "acústicas" para seus maiores hits, além de canções inéditas compostas especialmente para o projeto. Com realização da Prime, o quinteto mineiro desembarca na capital paranaense nesta sexta, dia 10 de novembro, para única apresentação no palco do Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, s/n) às 21h15.

"Esta será nossa segunda vez no palco do belíssimo Teatro Guaíra, mas desta vez, estaremos lançando um espetáculo que é a cara do Guairão. Isto esta nos deixando incrivelmente felizes e ansiosos. É a realização de mais um grande sonho", comemora Rogério Flausino (voz), que promete uma noite de muita emoção e alegria, ao lado de seus parceiros de banda Paulinho Fonseca (bateria), PJ (baixo), Marco Túlio (violões) e Márcio Buzelin (Teclados), que tem mesma formação desde sua criação em meados dos anos 90. Para banda de apoio na turnê "Acústico", estão convocados ainda os músicos: Pedro Cassini (violões), Play e Tibless (backing vocais) e Brasa Trio (metais) com Fabrício Hernane (Trombone); Moisés Nazaré (Trompete) e Jacques Anderson (Sax).

Fonte: Ana Paulla Righetto